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Qua, Dez

Paróquia São Pedro de Tupã prepara abertura da Porta Santa

Região II

Para o favorecimento da participação dos fiéis no Jubileu Extraordinário, além da Porta da Misericórdia na catedral São Bento, dom Luiz estabeleceu mais três locais de oração. Os devotos das cidades de Herculândia até Adamantina terão Tupã como centro de peregrinação.

A Paróquia São Pedro Apóstolo de Tupã se prepara para a abertura da Porta Santa, no próximo domingo, dia 20. A cerimônia acontecerá às 9h e será presidida pelo bispo diocesano de Marília, dom Luiz Antonio Cipolini.

Motivados pelo Papa Francisco, igrejas particulares e santuários foram convidados a abrirem Portas Santas para incentivar peregrinações. Em comunhão com a Igreja de Roma, no domingo passado, dia 13, dom Luiz abriu a Porta da Misericórdia na Catedral Basílica Menor de São Bento, em Marília.

O gesto do bispo marcou, na diocese, o início das atividades do Ano Extraordinário da Misericórdia, promulgado pelo Papa na Bula Misericordiae Vultu (Rosto da Misericórdia).

Para que todo o povo possa peregrinar com tranquilidade até a Porta Santa, em cada região pastoral da diocese, dom Luiz estabeleceu um local. As paróquias da Região Pastoral II, que compreendem os municípios de Herculândia até Adamantina, farão suas peregrinações até a igreja Matriz de São Pedro.

Pela importância do ato, em nenhuma das paróquias dessas cidades haverá missa no próximo domingo pela manhã, pois o clero e o povo de Deus estarão em Tupã para lucrar as indulgências concedidas aos fiéis que, em estado de graça, passarem pela Porta da Misericórdia.

ANO JUBILAR

Entre os católicos, a tradição de celebrar o Ano Santo tem seu início com o papa Bonifácio VIII, em 1300. Assim, para que ao menos uma vez na vida cada fiel possa comemorá-lo, a partir de 1475 determinou-se um jubileu ordinário a cada 25 anos.

Ao longo da história aconteceram 26 Anos Santos ordinários e, com este Ano Jubilar da Misericórdia, três extraordinários.

O jubileu consiste na possibilidade de os devotos receberem a indulgência plenária (remissão total das penas temporais cabíveis para pecados cometidos que a Igreja concede após terem sido perdoados). Porém, esta indulgência implica obras penitenciais, neste caso, peregrinações às Portas Santas, seguida de oração na intenção do Santo Padre, bem como a confissão e comunhão.

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