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Seg, Abr

Coordenadores da Marcha da Cidadania escrevem manifesto sobre a acusação do Pe. Edson

Clero

padreedsonEquipe responsável pela Marcha da cidadania soltam manifesto sobre as acusações contra a Padre Edson de Oliveira.

Segue abaixo o texto.

"Tiro no pé"

No próximo dia 30 de abril às 16 horas, no Fórum de Marília será ouvido, na condição de "réu", o reverendíssimo padre Edson de Oliveira Lima, pároco da igreja Sagrada Família e importante liderança religiosa em Marília. Padre Edson é acusado de injúria pela funcionária pública municipal Sonia Maria de Andrade Brito Perez, no dia 7 de setembro de 2013, durante a 2ª. Marcha da Cidadania.

Padre Edson ficou muito surpreso com a acusação e desde aquele momento sente-se vítima de uma manobra que objetiva manchar sua imagem e depor contra a Marcha da Cidadania, movimento que nasce da indignação contra a violenta expulsão de moradores de rua de Marília, sob tortura e coerção, operada por agentes da secretaria municipal de Assistência Social, que os abandonaram no trevo de Ibitinga em 29 de abril de 2013, caso que está sendo apurado pelo ministério público.

A Marcha da Cidadania se posiciona contrária às diversas outras formas arbitrárias, marcadas de autoritarismo e incompetências administrativas, bem como os parcos e ineficazes serviços que tornam Marília uma cidade irreconhecível, gerenciada por um governo que produz muitas promessas, propagandas enganosas e politiqueiras, desfilando faixas por toda a cidade, aludindo à reforma e revitalização, quando na verdade, cortam alguns galhos de árvores e plantam meia dúzia de placas de grama nas praças. Sem contar o festival de rojões e bexigas nos lançamentos de projetos ou reinicio das obras, que nunca terminam; assim foi na UPA da Santa Antonieta, no lançamento do projeto de tratamento do esgoto, e por ai vai, verdadeira política do pão e do circo, acrescida dos rojões e das bexigas, com o sempre e mesmo discurso: "essa é uma obra nunca antes vista na história de Marília".

É tão deprimente o que ouvimos e constatamos que qualquer cidadão de bem e politizado, no caso em questão, o padre Edson, não pode engolir uma administração tão débil como a que vemos, e, não bastando tudo isso, é apoiada por alguns veículos midiáticos que são parciais e sempre criam a sua verdade dos fatos. E o pior de tudo, nunca estão dispostos a ouvir ou sentar para dialogar, são fechados, ensimesmados e chamam de baderneiros os que se opõem à política vigente, podemos chamar isso de democracia? Que vergonha!

Padre Edson chamou o ato de "tiro no pé", pois quem desejou atingi-lo, na sua liderança e idoneidade o fez mais convicto e promoveu com maior intensidade a sua imagem. Atiraram contra si mesmos, porque o pretendido causou forte efeito contrário. Nesses últimos dias o religioso vem recebendo maciço apoio de diferentes setores da Igreja e diversas entidades da sociedade civil e nas redes sociais, ele que chegou a receber apoio de comissões do regional de São Paulo e do laicato do Brasil, numa verdadeira manifestação de comunhão e indignação pela vil ação e estratégica manobra do poder local.

Pe. Edson se sente absolutamente acolhido e mais ainda determinado a seguir suas bandeiras em vista de uma Marília melhor. Quem o conhece e convive com ele, destaca a serenidade de sua pessoa, a transparência de seu comportamento e a coerência e profundidade das suas ações. O religioso vai tranquilamente para a audiência do dia 30 de abril porque tem à sua frente a coerência da verdade e da justiça e, sobretudo, o Evangelho que prega e testemunha com autenticidade, profetismo e ousadia.

Manifesto da Marcha da Cidadania, em apoio ao padre Edson de Oliveira Lima.

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