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Ter, Out

Francisco, no vídeo de intenção de oração para o mês de setembro, faz um apelo ao cuidado da Criação “hoje, não amanhã, hoje” e “com responsabilidade”. Enquanto pede oração para que os recursos do planeta “não sejam saqueados, mas partilhados de forma justa e respeitosa”, denuncia o enriquecimento de países e empresas com a exploração de dons naturais, gerando uma “dívida ecológica”: quem pagará essa dívida?

Um dos maiores símbolos de uma vida missionária no Brasil, Irmã Dulce teve toda a sua vida dedicada à caridade. Por ocasião de seu dia, o Departamento de Comunicação conta a história do Anjo Bom da Bahia, como é conhecida, e entrevista os responsáveis por dois hospitais na Diocese de Marília administrados por religiosos.

Desde o início da pandemia do novo coronavírus, as arquidioceses/dioceses brasileiras tiveram que adotar medidas restritivas com relação à ação pastoral, o que também trouxe impactos na área econômica, exigindo medidas urgentes na gestão paroquial. Com isso, diversas ações concretas foram adotadas pelas Igrejas Particulares.

Nas paróquias da diocese de Itabira Coronel Feliciano, por exemplo, a fim de conter despesas, houve a redução de gastos com água, energia, telefonia, combustível, suspensão de obras e reformas. “Como medidas de enfrentamento da crise, foram necessárias a redução em 50% do repasse mensal das paróquias para a manutenção da Cúria e do Seminário; suspensão do repasse para a escola diaconal; redução da côngrua dos padres para criar um fundo de auxílio mútuo emergencial”, explicou o bispo diocesano, dom Marco Aurélio Gubiotti, em comunicado oficial.
Por lá, as paróquias têm se esforçado, com gestos concretos de solidariedade, sobretudo, para assistir os mais vulneráveis nesse tempo. “A Sociedade São Vicente de Paulo e a Cáritas Diocesana continuam prestando a assistência aos mais necessitados. Estamos, assim como vocês e suas famílias, nos adequando a esta nova realidade”, afirmou dom Marco. No entanto, apesar dos muitos esforços, algumas das paróquias da diocese se encontram em dificuldades financeiras para manter o essencial em suas estruturas.

Com o objetivo de continuar assistindo às comunidades de fé que se encontram em dificuldades financeiras, a diocese lançou a Campanha Solidária Diocesana, para arrecadar recursos financeiros. “Através do Fundo Emergencial Diocesano, que será criado com os recursos provenientes de generosidade, auxiliamos as demandas essenciais das nossas paróquias”, explicou o bispo. Na ocasião, a diocese se comprometeu a ser transparente quanto à prestação de contas da arrecadação e saída desses recursos que serão usados exclusivamente no socorro às paróquias.
Na arquidiocese de Fortaleza, no Ceará, a situação não foi diferente. Para dar resposta às necessidades das paróquias e comunidades foi constituído um Fundo Arquidiocesano de Emergência. A iniciativa serve como um suporte diante da solicitação de ajuda financeira de algumas das paróquias da arquidiocese. O objetivo, segundo dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza, é que as pessoas, sacerdotes, leigos e paróquias que tenham uma melhor condição econômica possam fazer doações para as paróquias que estão com mais dificuldade.

A ideia é que a própria Mitra Arquidiocesana de Fortaleza gerencie o amparo e direcione às paróquias ou áreas pastorais mais necessitadas. As doações são feitas por meio de uma conta fornecida pela arquidiocese. Segundo a ecônoma da arquidiocese, Rosa Maria de Sousa, a iniciativa deu “muito certo”. “Estendemos a quem quisesse fazer a doação. Graças a Deus deu para atender aos diversos pedidos para complementar folha salarial, pagamentos de encargos entre outros”, explicou.

Em Marília, São Paulo, dom Luiz Antonio Cipolini, bispo diocesano, emitiu um decreto sobre as iniciativas de contenção que a diocese iria tomar para superar a crise financeira. A Cúria deixou de cobrar nos meses de abril, maio e junho a taxa mensal das paróquias e também suspendeu a cobrança de parcelas de empréstimos devidos pelas paróquias nestes dois meses. Da mesma forma, o clero diocesano e religioso colaborou recebendo côngruas menores nestes meses.

Segundo o padre Tiago Barbosa, do clero da diocese de Marília, as iniciativas tomadas por lá foram feitas para que as paróquias pudessem não pensar na arrecadação de verbas, mas sim que os padres pudessem estar ao lado do povo, diante do momento de distanciamento social, onde muitos dos fieis tiveram redução em seus salários ou até mesmo perderam seus empregos. “Essas medidas foram tomadas em solidariedade para com o nosso povo, a fim de que como pastores, nós padres pudéssemos caminhar ao lado do nosso povo, conduzindo-os à luz de Cristo”, salientou.
Também a diocese de Barra do Piraí Volta Redonda, no Rio de Janeiro, fez a Campanha “Eu ajudo a minha Diocese”. Ao longo de dois meses, os fiéis da diocese puderam contribuir com os cofrinhos em suas casas, fazendo a oferta diária durante a transmissão da Santa Missa. Cerca de 300 cofrinhos foram distribuídos para fiéis das quatro regiões pastorais, com objetivo de arrecadar doações financeiras para ajudar a Igreja Diocesana nesse momento de crise.

No dia 26 de junho, os cofrinhos foram abertos. Em agradecimento, dom Luiz Henrique destacou a importância da colaboração para a diocese. “Gostaria de agradecer a todos os diocesanos que acolheram o nosso pedido com a campanha e demonstraram generosidade e apoio neste momento. Com certeza esse gesto será lembrado pelo senhor. Quando se dá e oferece com alegria, com certeza será recompensado”, disse o bispo.

O Papa Francisco dedicou suas intenções de oração universal no mês de agosto, com início neste sábado, ao mundo do mar e às pessoas que trabalham e vivem dele: pescadores, marinheiros, trabalhadores de transporte aquaviário, etc. Na Igreja no Brasil, existem duas ações voltadas para este campo: a Pastoral dos Pescadores e o Apostolado do Mar.

O bispo de Brejo (MA) e referencial da Pastoral dos Pescadores pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom José Valdeci Santos Mendes, chama a atenção para a realidade dos pescadores, sobretudo dos pescadores artesanais. “Os pescadores e pescadoras artesanais têm o mar como um território de onde tiram o seu sustento. É necessário defender o seu direito ao território e não deixar que a pesca industrial tome conta”, defendeu. Segundo ele, a maior parte dos pescados que são consumidos provém da pesca artesanal.

A secretária executiva da Pastoral dos Pescadores, Ormezita Barboza de Paulo, disse que a Pastoral se junta, neste mês de agosto, ao Santo Padre nesta corrente de oração. “O mar abriga e acolhe centenas de milhares de trabalhadores no mundo todo, pessoas que têm sua vida marcada pelo balanço do mar e das águas. A realidade deste povo é marcada por muitos desafios”, disse.

Uma dos problemas enfrentados pelos trabalhadores do mar, conforme Ormezita, é a exposição destes à exaustivas cargas de trabalho, até mesmo com situações análogas ao trabalho escravo. Segundo ela, os pescadores artesanais enfrentam muitos conflitos territoriais que colocam em risco suas vidas e a segurança de suas comunidades.

“Pedimos proteção a estas pessoas e também enviamos uma mensagem de esperança e de fé. Reconhecemos sua importância para a economia no mundo todo. A gente se junta às intenções do Papa, pedindo fortaleza, resistência, esperança e tempos melhores para todos nós e para estes trabalhadores. Que suas lutas e bandeiras sejam reconhecidas”, pediu.

Outro trabalho da Igreja no Brasil que tem relação com o mar é o Apostolado do Mar. O padre colombiano Samuel Fonseca Torres, missionário Scalabriano que desde 2001 atua no Brasil, atualmente é diretor nacional do Apostolado do Mar e capelão do Porto de Santos. Segundo o padre, o Apostolado do Mar tem uma sede no Vaticano e está organizado em 9 regiões no mundo. Em cada país, a organização conta com bispos promotores, diretores nacionais e os capelães voluntários e voluntárias do Apostolado do Mar. O padre Samuel representa o Apostolado do Mar do Brasil junto ao Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral do Vaticano.

No Brasil existem três missões Stella Maris, uma no Rio de Janeiro, outra no Rio Grande do Sul e a de Santos. O Apostolado do Mar tem como público alvo os marinheiros, pescadores, trabalhadores, estivadores e todas as pessoas que vivem do mar. O bispo promotor do Apostolado do Mar é o bispo emérito dom Jacyr Francisco Braido, de Santos.

Desde 2002, no 21º Congresso do Apostolado do Mar, no Rio de Janeiro, o padre Samuel foi escolhido para ser o coordenador nacional e regional para a América Latina e Caribe. “Na minha opinião isso não é um privilégio, ao contrário é um desafio em função de atuarmos numa região muita extensa”, disse. Ele chama a atenção para o fato de no Brasil ter poucos capelães, padres disponíveis e ainda poucos bispos que apoiam a causa do Apostolado do Mar.

Neste tempo que está no Brasil, o diretor nacional do Apostolado do Mar atuou como capelão em dois lugares. Por sete anos na Stella Maris do Rio de Janeiro, na paróquias Santa Cecília e São Pio X. Depois, mudou-se em 2007 para Santos (SP) onde exerce as mesmas funções. “O trabalho aqui se multiplicou nos últimos anos. Santos é o principal Porto de exportação e importação da América Latina e do Brasil”, disse.

O padre afirma que dentro do contexto da pandemia, são grande as dificuldades dos pescadores, sobretudo dos pescadores artesanais. “Muitos dos pescadores perderam seus empregos e estão com dificuldades de manter suas embarcações. Praticamente estão à deriva. Algo parecido como quando vem uma tempestade e leva o barco de seu pescador. Não existe nenhum programa governamental para apoiá-los”, disse. O padre informa que a Stella Maris de Santos está ajudando, com cestas básicas, 150 famílias por quatro meses.

Homens, mulheres e crianças vítimas de trabalho forçado, prostituição, tráfico de órgãos. Crimes que não pararam com a pandemia e que devem ser combatidos em todos os níveis da sociedade. O cardeal subsecretário do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral reflete sobre o compromisso da Igreja e a urgência de questionar o comportamento social que alimenta a "demanda" de exploração.

Na manhã desta quarta-feira, 23 de julho, o presidente do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Pedro Luiz Stringhini, concelebrou no Santuário Nacional de Aparecida, uma missa em ação de graças pelo encerramento da missão de Dom Giovanni d’Aniello à frente da Nunciatura Apostólica do Brasil.

Entre os concelebrantes estavam o cardeal Odilo Pedro Scherer e diversos bispos do Estado de São Paulo.

A celebração não teve a participação presencial de fiéis, devido a pandemia de COVID-19.

Biografia

Dom Giovanni tem 65 anos e exerce a função de representante do Papa e da Santa Sé no Brasil desde 10 de fevereiro de 2012.

Antes de ser enviado ao Brasil, ele foi Núncio Apostólico na República Democrática do Congo, de 2001 a 2010, quando foi nomeado Representante da Santa Sé na Tailândia e Camboja.
Dom Giovanni começou a prestar Serviço Diplomático no dia 1º de junho de 1983, atuando no Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e no Setor para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano.
D’Aniello nasceu em Aversa (Caserta, Itália) em 5 de janeiro de 1955; foi ordenado sacerdote dia 8 de janeiro de 1978 e nomeado Bispo em 6 de janeiro de 2002; é Doutor em Direito Canônico e fala cinco línguas: Italiano, Inglês, Francês, Português e Espanhol.

O Papa Francisco nomeou no dia 1º de junho, Dom Giovanni d’Aniello, atual Núncio Apostólico no Brasil, para exercer o mesmo ofício na Federação Russa. (Com informações de Vatican News)

Foi divulgada nesta quarta-feira, 8 de julho, a nomeação do padre Ângelo Ademir Mezzari como bispo titular de Fiorentino e auxiliar na arquidiocese de São Paulo (SP). Religioso rogacionista, padre Ângelo irá colaborar na ação pastoral da maior cidade do país. Desde outubro de 2016 é superior da Comunidade Religiosa Rogacionista em Bauru (SP).

Na missa de aniversário dos 7 anos da histórica visita de Francisco a Lampedusa, o Pontífice ressaltou que conhecemos uma "versão destilada" do que acontece nos campos de detenção na Líbia. O Papa também alertou novamente para a “globalização da indiferença”, “um pecado” dos cristãos de hoje, que nos torna insensíveis ao “encontro com o outro” que também é “um encontro com Cristo”. O convite à conversão - de reconhecer Jesus nos estrangeiros, pobres e doentes -, foi renovado pelo Pontífice na missa desta quarta-feira (8), na Casa Santa Marta.

Conforme previsto para este mês de julho, a equipe de colaboradores das Pontifícias Obras Missionárias (POM), em Brasília (DF), iniciou o envio dos materiais produzidos para animar a Campanha Missionária deste ano. Ao longo desta semana, com todos os cuidados e fazendo uso de equipamentos de proteção, serão destinados às dioceses do Brasil 300 mil livros de novenas, 160 mil cartazes, 50 mil mensagens do Papa, 5 milhões de santinhos e 10 milhões de envelopes para a coleta missionária.

A Campanha Missionária ocorre no mês de outubro e tem como tema “A vida é missão” e o lema “Eis-me aqui, envia-me”. De acordo com as POM, a ação que movimenta as comunidades durante o mês missionário em outubro “quer ser um sinal de esperança nestes tempos de pandemia”.

O diretor das POM, padre Maurício Jardim, falou em vídeo sobre o envio dos materiais que quer chegar às comunidades de todas as dioceses. Para ele, o objetivo neste ano é destacar em medida maior a natureza missionária da Igreja.

“A vida é missão, é o nosso ser, a nossa identidade. Queremos juntos acolher esse material da Campanha Missionária. Muitas agendas foram canceladas, cursos, encontros, congressos. Porém, a missão continua. Juntos nessa missão permanente queremos preparar o mês missionário. Esse material está saindo daqui, da sede das POM em Brasília, e está indo até a sua diocese. Vamos como conselhos missionários preparar bem esse mês missionário. Convido a todos os párocos que ajudem esse material a chegar às comunidades, para que as famílias possam utilizá-lo para fazer os seus encontros de novena missionária”, destacou o diretor.

 

Além do material impresso, também é possível ter acesso a todos os materiais através do site pom.org.br. Nos próximos meses estarão disponíveis os vídeos com testemunhos missionários que dinamizam os encontros da novena.

A nova realidade de isolamento social pede que cada localidade possa encontrar o seu jeito de realizar o mês missionário. A novena missionária, momento importante para rezar e celebrar a missão nas comunidades, ainda pode ser realizada nas famílias, em suas casas.

Mais informações em www.pom.org.br/campanha-missionaria-2020

Fonte:https://www.cnbb.org.br/pom-envia-materiais-da-campanha-2020-missionaria-as-dioceses-do-brasil/

Nesta quinta-feira, 9 de julho, às 21h, a TV Aparecida exibe um programa especial Arquivo A com as “Ações da Igreja no Brasil”, com duração de uma hora. O programa vai mostrar como a Igreja no Brasil está mobilizando a solidariedade neste tempo de pandemia. Umas das ações mostradas é a Ação Solidária Emergencial da Igreja no Brasil “É Tempo de Cuidar” desenvolvida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Cáritas Brasileira desde o dia 12 de abril.

O bispo de Roraima e segundo-vice presidente da CNBB, dom Mário Antônio da Silva, e o secretário executivo de Campanhas da CNBB, padre Patriky Samuel Batista, são entrevistados do programa cujo objetivo”é mostrar o real significado de uma Igreja em saída que vai ao encontro dos mais necessitados”, segundo informação da produção do programa na TV Aparecida.

Gabriela Cícero, jornalista da TV Aparecida, informa que o programa fala de amor e solidariedade e mostra as ações e experiências da Igreja voltadas à saúde, como a preocupação com a população de rua. Os hospitais Camilianos e também das Obras Sociais de Irmã Dulce são apresentados na produção. A reportagem especial fala ainda do cuidado espiritual da Igreja com as pessoas que estão sofrendo com a doença ou que estão em isolamento social.

Um resumo do que será apresentado no program pode ser visto abaixo:

 


Fonte: https://www.cnbb.org.br/tv-aparecida-exibe-programa-especial-sobre-as-acoes-da-igreja-no-brasil-na-pandemia/

No Santuário Nacional de Aparecida (SP), em maio de 2014, na missa de acolhida aos novos bispos na 52ª Assembleia Geral do episcopado do Brasil, inspirado no Santo Padre, o núncio apostólico no Brasil dom Giovanni d’Aniello afirmou que os bispos “precisam ser pastores com cheiro de ovelhas”. Esse princípio conduziu a presença do representante do Santo Padre no Brasil ao longo desses 8 anos, desde que foi nomeado para o Brasil em 10 de fevereiro de 2012.

No Brasil, dom Giovanni sempre foi uma presença próxima às Igrejas particulares, ora visitando as dioceses para conhecer as diferentes realidades de perto, inaugurando Igrejas, seminários, concedendo o pálio episcopal aos prelados. Sempre esteve acompanhado, de perto, a trajetória da CNBB, participando de suas reuniões e da Assembleia Geral (AG) dos bispos do Brasil todos os anos. Acompanhou a Igreja, sem contudo deixar de exercer com esmero seu papel como diplomata junto aos governos brasileiros.

O arcebispo italiano substituirá dom Celestino Migliore, que foi transferido para Paris. Dom d’Aniello é o representante diplomático da Santa Sé e do Papa no Brasil desde 10 de fevereiro de 2012. Antes de vir ao Brasil, dom Giovanni exerceu a nunciatura na Tailândia e no Camboja e foi delegado apostólico em Myanmar.
Dom Giovanni tem 65 anos, nasceu em Aversa (Itália), foi ordenado sacerdote em dezembro de 1978. É doutor em Direito Canônico. Ingressou no Serviço Diplomático da Santa Sé em 1983, tendo desempenhado a sua atividade junto às Representações Pontifícias do Burundi, Tailândia, Líbano, Brasil e Seção para as Relações com os Estados da Secretaria de Estado, no Vaticano. Foi nomeado núncio apostólico na República Democrática do Congo, em 2001, e em 2010, foi transferido para a Tailândia e Camboja.

O núncio apostólico é o representante da Santa Sé e tem status de Embaixador. O Brasil foi o primeiro país fora da Europa a receber um representante papal. O arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Walmor Oliveira de Azevedo, gravou um vídeo agradecendo a dom Giovanni pelos serviço e tempo dedicado ao Brasil. Veja abaixo:

Na solenidade de Pentecostes, no último domingo, dia 31 de maio, o Papa Francisco divulgou sua mensagem para o Dia Mundial das Missões, celebrado em 18 de outubro de 2020. A mensagem é inspirada na passagem de Isaías “Eis-me aqui, envia-me”, (Is 6, 8). As Pontifícias Obras Missionárias (POM) traduziram o texto ao português do Brasil. O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Odelir José Magri, bispo de Chapecó (SC) e o diretor geral das POM, padre Maurício Jardim falaram ao portal da CNBB sobre os pontos centrais da mensagem. Conheça, abaixo, o que cada um afirmou:

A Semana de Oração pela Unidade Cristã (SOUC) é celebrada neste ano de 24 a 31 de maio e o tema escolhido é a inspiração bíblica contida nos Atos dos Apóstolos 28.2: “Eles nos demonstraram uma benevolência fora do comum”. E o lema é a expressão que se popularizou no Brasil: “Gentileza gera gentileza!”.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) organizou, com bispos de alguns dos estados mais afetados pela pandemia da Covid 19, uma agenda para discutir as especificidades do avanço da doença em cada estado e as ações da Igreja em realidades distintas, como o avanço da Covid sobre os pobres e periferias, cidades que fizeram o bloqueio total, entre outras.

De acordo com o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, o objetivo da iniciativa é conhecer essas realidades a partir do olhar dos bispos do Brasil, bem como conhecer o que está sendo feito pela Igreja em cada localidade.

As lives acontecerão sempre às quintas-feiras, às 16h30, dos meses de maio e junho, nos canais da CNBB e das dioceses nas redes sociais: facebook.com/cnbbnacional e youtube.com/cnbbnacional. O secretário-geral da CNBB, dom Joel Amado, será o mediador das conversas.

Na primeira live da série, que acontece na próxima quinta-feira, 14 de maio, às 16h30, dom Joel receberá como convidado o arcebispo de arquidiocese de São Paulo, o cardeal Odilo Scherer, também representante da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam). O cardeal falará sobre os desafios do avanço do Coronavírus nos grandes centros urbanos, especialmente em São Paulo, um dos estados mais afetados pelo avanço da pandemia. Confira, abaixo, a agenda das lives:

 

CRONOGRAMA, TEMAS E DEBATEDORES
14 de maio

Tema: Os desafios do avanço do Coronavírus nos grandes centros urbanos

Com o cardeal Odilo Scherer, arcebispo da arquidiocese de São Paulo (SP)

 

21 de maio

Tema: A realidade de Manaus e da Amazônia na perspectiva da carta pastoral “Querida Amazônia” em tempos de pandemia

Com dom Leonardo Steiner, arcebispo de Manaus (AM)

 

28 de maio

Tema: Cidades que adotaram o “lockdown”, bloqueio total, e a ação da Igreja no Brasil

Com dom José Belisário da Silva, arcebispo de São Luiz (MA)

 

3 de junho

Tema: O Coronavírus, as periferias brasileiras e a ação da Igreja no Brasil

Com o cardeal Orani Tempesta, arcebispo da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

Produção e suporte técnico das lives:

Assessoria de Comunicação da CNBB e assessorias de Comunicação das arqui/dioceses.

 

Fonte: https://www.cnbb.org.br/live-amanha-14-5-discute-o-avanco-do-coronavirus-em-sao-paulo-com-dom-odilo/

Em tempo de quarentena e preparação da Semana Santa a Pastoral da Saúde lançou neste Domingo de Ramos o primeiro podcast para ajudar agentes a meditar e rezar a Semana Santa

Na Semana Santa deste ano, sem celebrações nas igrejas, a Pastoral da Saúde do Regional Sul 1 da CNBB propõe acompanhar a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor com base nos textos da liturgia do dia, por meio dos podcast.

Os textos foram organizados e gravados por Marcos Rubens, agente de Pastoral da Saúde.

Podcast é um conteúdo em áudio, disponibilizado através de um arquivo ou streaming. O podcast tem a vantagem de ser ouvido sob demanda, quando o usuário desejar. Ele pode ser ouvido em diversos dispositivos, o que ajudou na sua popularização. O podcast costuma abordar um assunto específico, para construir uma audiência fiel.

É possível ouvir o podcast da Segunda e Terça-feira da Semana Santa clicando abaixo.

Antifona de Entrada da Liturgia da Segunda feira da Semana Santa

Acusai, Senhor, meus acusadores; combatei aqueles que me combatem! Tomai escudo e armadura, levantai-vos, vinde em meu socorro! Senhor, meu Deus, força que me salva! (Sl 34,1s; Sl 139,8)

Oração do dia Segunda feira da Semana Santa

Concedei, ó Deus, ao vosso povo, que desfalece por sua fraqueza, recobrar novo alento pela paixão do vosso Filho. Por nosso Senhor Jesus Cristo.
Antífona de entrada na terça feira da Semana Santa
Não me deixeis, Senhor, à mercê de meus adversários, pois contra mim se levantaram testemunhas falsas, mas volta-se contra eles a sua iniquidade (Sl 26,12).

Oração do dia

Deus eterno e todo poderoso, dai-nos celebrar de tal modo os mistérios da paixão do Senhor, que possamos alcançar vosso perdão. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho na unidade do Espírito Santo.

 

Fonte:https://cnbbsul1.org.br/pastoral-da-saude-cria-podcast-para-meditacao-da-semana-santa-em-tempos-de-pandemia/ 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) continua sua iniciativa de oração em comunhão com toda a Igreja no Brasil. Nesta quarta-feira, 1º de abril, às 15h30, mais uma vez será formada uma corrente nacional com a oração do Terço da Esperança e da Solidariedade, que será transmitido pelas TVs de inspiração católica do país, emissoras de rádio e pelas páginas da Conferência no Facebook e no Youtube.

Conduzirá o momento de oração em torno da emergência de saúde pública da covid-19 o arcebispo de Belo Horizonte (MG) e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo, direto do Santuário Basílica de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté (MG).

O Terço da Esperança e da Solidariedade é uma iniciativa da CNBB que, frente à pandemia do novo coronavírus e em comunhão com o Papa Francisco no compromisso de intensificar as orações neste período, une todo o Brasil em um momento comum de oração.

Motiva com mais intensidade o momento de oração do Papa Francisco na última sexta-feira, quando o pontífice ofereceu uma reflexão a respeito da passagem do Evangelho de São Marcos, capítulo 4, e quando concedeu a bênção Urbi et Orbi:

“Perante o sofrimento, onde se mede o verdadeiro desenvolvimento dos nossos povos, descobrimos e experimentamos a oração sacerdotal de Jesus: «Que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Quantas pessoas dia a dia exercitam a paciência e infundem esperança, tendo a peito não semear pânico, mas corresponsabilidade! Quantos pais, mães, avôs e avós, professores mostram às nossas crianças, com pequenos gestos do dia a dia, como enfrentar e atravessar uma crise, readaptando hábitos, levantando o olhar e estimulando a oração! Quantas pessoas rezam, se imolam e intercedem pelo bem de todos! A oração e o serviço silencioso: são as nossas armas vencedoras”.

A iniciativa, principalmente em momentos delicados e difíceis como o que o mundo está passando, busca elevar os corações ao Deus da Vida, no acolhimento de sua Palavra, fortalecendo a fé, a esperança e a união. “Conscientes de que as restrições ao convívio não durarão para sempre, aprendamos a valorizar a fraternidade, tornando-nos ainda mais desejosos de, passada a pandemia, podermos estar juntos, celebrando a vida, a saúde, a concórdia e a paz” (trecho da nota “Tempos de Esperança e Solidariedade” da CNBB).

Conscientes ainda, à luz da Palavra de Deus, para o sentido da vida como Dom e Compromisso, tema da Campanha da Fraternidade deste ano, a intenção da oração do terço é dedicada também, além das vítimas, aos profissionais que incansavelmente trabalham por uma solução. “Sejamos disciplinados, obedeçamos às orientações e decisões para nosso bem e não nos falte o discernimento sábio para cancelamentos e orientações que preservem a vida como compromisso com nosso dom mais precioso” (trecho da nota “Tempos de Esperança e Solidariedade” da CNBB).

Para compartilhar os momentos de oração nas redes sociais use a hashtag adotada pelo Papa Francisco: #rezemosjuntos

Acompanhe:
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Fonte: https://www.cnbb.org.br/terco-esperanca-solidariedade-1-abril/?fbclid=IwAR0E8_Ut8bhgcN3pQFoJUgpADAh8LQE12aorkLpVWNT95Qsq8EgN7B-CG2o

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL CHRISTUS VIVIT
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Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate: chamado à santidade”
Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate: chamado à santidade” é lançada pelo papa
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