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Qui, Jul

A palavra jubileu se inspira no termo hebreu yobel, que faz alusão ao chifre de cordeiro, que servia como instrumento musical. Jubileu também tem uma raiz latina, iubilum, que representa um "grito de alegria". A celebração do jubileu consistia na comemoração de um ano sabático que tinha um significado particular para os judeus. Esta comemoração deveria ser realizada a cada 50 anos.

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Amados irmãos e irmãs, no início de março, mais exatamente entre os dias 1º e 7, os bispos da Província Eclesiástica de Botucatu estiveram reunidos para rezar, compartilhar suas vidas e o seu trabalho em suas respectivas dioceses. Como acontece todos os anos, este encontro é realizado na Casa Vila Anchieta, em Boracéia, local apropriado para a convivência e o descanso.

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FAMÍLIA: DOM, ESPERANÇA E CAMINHO DE SANTIDADE! (28/12/2014)

Amados Irmãos e Irmãs

A Igreja preocupa-se de modo especial com a família. Ela é o espaço privilegiado onde se desenvolve o maravilhoso dom da vida de cada ser humano. O Documento de Aparecida lembra que "a família é sujeito e objeto de evangelização, centro evangelizador de comunhão e participação".

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MARÍLIA 13 DE DEZEMBRO DE 2014

Hoje celebramos a mãe de Deus e nossa, sob o título de Nossa Senhora de Guadalupe, a padroeira principal da América Latina. Ter uma padroeira significa ter uma intercessora junto de Deus. Assim sendo, a América Latina tem como mãe, protetora e intercessora, Nossa Senhora de Guadalupe, cuja imagem foi revelada na manta do indio Juan Diego, num momento turbulento da história Latino Americana, quando aqui imperava a escravidão dos povos indígenas. Maria vem ao encontro de seus filhos e filhas com rosto indígena, em perfeita sintonia com os que sofriam a escravidão. É a mãe que assumiu as dores de seus filhos, que se estampa na imagem de Nossa Senhora de Guadalupe: a mãe intercessora.

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SOLENIDADE DA IMACULADA CONCEIÇÃO – PACAEMBU – 08/12/2014

Minha saudação carinhosa a Dom Osvaldo Giuntini, a todos os padres, diáconos, religiosos e religiosas. Saúdo ao seminarista Diego, seus familiares e amigos, vindos de várias cidades da diocese e também de outras dioceses. Saúdo ao Pe. Wagner, a Comunidade Paroquial Nossa Senhora das Graças, que nos acolhe, e aos seminaristas e vocacionados aqui presentes. Amados irmãos e irmãs:

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Dom Murilo S.R. Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia (BA) e Primaz do Brasil

É comum alguém perguntar: É possível conciliar a razão (isto é: a ciência) e a fé? Pode um cientista estar voltado para a ciência e a sua vida ser iluminada pela fé? Num mundo como o nosso, dominado pela tecnologia, ainda há espaço para a fé? A ciência não é suficiente para dar resposta às nossas múltiplas inquietações e dúvidas?

A ciência e a fé, segundo o Papa S. João Paulo II (cf. Carta encíclica "Fides et Ratio"), longe de se oporem, são duas asas pelas quais o espírito humano se eleva para a contemplação da verdade. Foi Deus que colocou em nosso coração o desejo de conhecê-lo, de conhecer a verdade, e, assim, de nos conhecermos.

Algumas perguntas atravessam o tempo e as fronteiras geográficas e, certamente, continuarão sendo feitas pelas novas gerações: Quem sou? De onde vim? Para onde vou? Por que existe o mal? O que existe depois desta vida? Das respostas que dermos a cada uma dessas perguntas dependerá a orientação de nossa vida. Quem tem fé se guia por duas convicções: o mistério do ser humano só se esclarece verdadeiramente no mistério de Jesus Cristo; as verdades da fé não são fruto de um pensamento elaborado pela razão, mas um dom gratuito de Deus.

A ciência (razão) e a fé não são concorrentes: uma supõe a outra, e cada qual tem o seu espaço próprio de realização. Lemos no Livro dos Provérbios: "A glória de Deus é encobrir as coisas e a glória dos reis é investigá-las" (Pr 25,2). A fé constata: no mais fundo do coração dos homens e das mulheres foram semeados o desejo e a saudade de Deus.

É necessário que os valores escolhidos e procurados por nós sejam consistentes, porque somente eles poderão aperfeiçoar-nos. Não é nos fechando sobre nós mesmos que encontraremos a verdade, mas nos abrindo para dimensões que nos transcendem. Essa é uma condição necessária para que nos realizarmos como pessoas adultas e maduras.

Muitos se perguntam: A vida tem um sentido? Para onde se dirige? Os filósofos do absurdo dizem que ela não tem sentido. Duas verdades, no entanto, se impõem: existimos (o que fazer, pois, com a vida que temos?); morreremos (e o que virá depois?). O que é verdadeiro deve ser verdadeiro sempre e para todos. Procuramos incessantemente a verdade. Santo Agostinho disse isso de outra maneira: "Encontrei muitos com o desejo de enganar os outros, mas não encontrei ninguém que quisesse ser enganado". Entre os seres criados, o ser humano é o único capaz não só de buscar a verdade, mas também de saber, e saber que sabe; é o único que tem autoconsciência. Temos consciência, inclusive, de que não fomos criados para viver sozinhos: nascemos e crescemos numa família e depois, pelo trabalho, procuramos nos inserir, na sociedade.

Para nós é importante o testemunho dos mártires: ao morrerem por Jesus Cristo, definiram claramente em quem acreditavam. Eles tinham tido um encontro pessoal com o Filho de Deus; haviam-se convertido e queriam que outros vivessem das mesmas certezas que orientavam suas vidas. O encontro com o Evangelho lhes oferecia uma resposta tão satisfatória à questão do sentido da vida que não sentiam necessidade de outras respostas. Santo Tomás de Aquino ensinava que tanto a luz da razão como a luz da fé provêm de Deus; por isso, não podem contradizer-se. Se o teólogo se recusasse a levar em conta os dados da ciência, teria dificuldade de compreender a própria fé. Se o cientista excluísse todo contato com a teologia, acabaria criando uma nova religião, pois precisaria procurar respostas para as perguntas fundamentais de cada ser humano: Por que existo? Por que o mal? Por que o sofrimento? Por que a morte?

Conclusão: o mistério da encarnação de Cristo – isto é, o fato de o Filho de Deus ter assumido a nossa natureza humana – é uma resposta às nossas mais importantes perguntas. É como se Jesus proclamasse: O mundo não é mau; o ser humano não se basta a si mesmo; a verdade não pode ser fruto da decisão da maioria; Deus, sem o ser humano, continua sendo Deus – e o ser humano, sem Deus, o que é?...

fonte: CNBB

Dom Paulo Mendes Peixoto
Arcebispo de Uberaba (MG)

Dizer alguma coisa sobre argila e oleiro significa falar de trabalho, manipulação ativa do que é possível modificar para realizar o que é planejado. É como o barro nas mãos de quem tem habilidades e criatividade para transformá-lo em objetos úteis para as pessoas. O barro pode ser matéria prima para peças das mais variadas formas de embelezamento dos ambientes.

Deus, em Jesus Cristo, é o grande oleiro, que consegue transformar a vida das pessoas e as educa para viver a prática dos objetivos do Reino. É o que deve acontecer com o cristão no tempo do Advento, em preparação para o Natal. Como barro nas mãos do Senhor, a pessoa é moldada para que o nascimento do Senhor encontre espaço em seu coração, numa manjedoura para acolhê-Lo.

Moldar significa preparar e vigiar. É o contrário de adormecer e ficar numa atitude de seduzido pelas propostas maldosas do mundo. O desânimo diante das inseguranças e das dificuldades de hoje não ajuda. O indiferentismo tem sido um mal na vida de muitas pessoas. É o famoso "deixar para ver o que vai acontecer". Com isto pecamos por omissão.

Há uma desolação nacional provocada por tantos atos de desmando, tanta violência e insegurança. Só Deus é capaz de trazer ânimo e incentivo para o agir das pessoas, que também devem ser oleiros na transformação do mundo. É preciso recuperar a esperança que anda tão desgastada, ferida e perdida diante de atitudes destruidoras das condições de vida digna.

A esperança está em Deus, em quem resgata a vida dos pobres, acolhe, perdoa e redime. Os justos são os que depositam confiança Nele e têm a sensação de estar entregues nas mãos do Senhor. Eles se deixam moldar como a argila, porque Deus é o oleiro e as pessoas são obras de suas mãos.

É importante a fidelidade a Jesus Cristo, superando todo tipo de egoísmo farisaico que impede práticas de autenticidade e transparência. Ser também capaz de rejeitar propostas atraentes e enganosas, assumindo ações de amor-serviço e não de exploração de bens públicos e de pessoas desavisadas.

Fonte: CNBB

EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL CHRISTUS VIVIT
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Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate: chamado à santidade”
Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate: chamado à santidade” é lançada pelo papa
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