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Seg, Jan
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL CHRISTUS VIVIT
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Guia Pastoral Diocesano 2019
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As Conferências Episcopais tiveram importante participação no evento conciliar. Colaboraram oferecendo nomes para as comissões conciliares e participaram de reuniões nacionais e supranacionais. Todavia, o Concílio não explicita a relação entre Colegialidade e Conferência Episcopal e, por causa da discrepância de opiniões entre os padres conciliares, renuncia a indicar a fundamentação teológica da última.

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Em um de nossos artigos abordamos o “Pacto das Catacumbas” firmado por alguns Padres Conciliares comprometidos com os pobres. O Pacto levou alguns bispos a abandonar a realidade e a aparência de riqueza e poder.

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Embora tenha escolhido como ponto de partida a Igreja universal, o Vaticano II oferece elementos para a teologia da Igreja local, ainda que embrionária. Estes elementos podem ser encontrados nos seguintestextos conciliares: LG 13, 23, 26-28 e 45; CD 11, 27, 36-38; PO 7; AA 26; UR 4. Pode-se acrescentar ainda: AG 4, 10, 15, 22 e 38.

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Quase todos os documentos conciliares abordam direta ou indiretamente os Bispos e seu ministério. Apresentaremos alguns exemplos que nos ajudam a compreender a teologia do Ministério e do Episcopado presente no Vaticano II. Priorizaremos a Constituição Dogmática Lumen Gentium e o Decreto Christus Dominus.

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), criada em 14 de outubro de 1952, constitui o órgão máximo da coordenação pastoral do país. Anualmente os bispos se reúnem em assembleia, além de manter um Conselho Permanente que encaminha os trabalhos da Conferência.

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O Plano de Emergência (1962) e o Plano de Pastoral de Conjunto (1966-1970) abriram caminho para o Planejamento Pastoral da Igreja no Brasil, cuja continuidade deu-se nas Diretrizes Gerais da Ação Pastoral. As “Diretrizes fundamentais de ação pastoral” constituíam uma das partes do PPC.

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O Plano de Emergência foi elaborado antes do Concílio Vaticano II. As discussões conciliares levaram os bispos brasileiros a sentirem a necessidade de um novo Plano de Pastoral que colocasse em prática as orientações conciliares. Por isso, em iniciativa pioneira, o episcopado brasileiro deixou o Concílio com um plano de pastoral aprovado na VII Assembleia Geral Extraordinária da CNBB em Roma, durante os últimos meses do Vaticano II. Sua vigência estava prevista para os anos de 1966 a 1970.

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Após alguns anos de caminhada, a CNBB deu passos firmes na sua organização pastoral. Com olhar voltado para a realidade latino-americana, o Papa João XXIII, poucos dias após sua eleição, em 11 de novembro de 1958, recebendo os membros do CELAM, lançou apelo em prol da renovação e planificação pastoral do continente. Entretanto, o pedido não encontrou resposta imediata.

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Durante este ano, estamos escrevendo artigos acerca do Concílio Vaticano II, em virtude da comemoração do cinquentário de sua abertura. Juntamente com jubileu de ouro da abertura do Vaticano II, celebramos este mês os 60 anos de caminhada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Por este motivo, partilhamos com o leitor alguns artigos concernentes à nossa Conferência Episcopal.

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