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Dom, Set

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), criada em 14 de outubro de 1952, constitui o órgão máximo da coordenação pastoral do país. Anualmente os bispos se reúnem em assembleia, além de manter um Conselho Permanente que encaminha os trabalhos da Conferência.

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O Plano de Emergência (1962) e o Plano de Pastoral de Conjunto (1966-1970) abriram caminho para o Planejamento Pastoral da Igreja no Brasil, cuja continuidade deu-se nas Diretrizes Gerais da Ação Pastoral. As “Diretrizes fundamentais de ação pastoral” constituíam uma das partes do PPC.

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O Plano de Emergência foi elaborado antes do Concílio Vaticano II. As discussões conciliares levaram os bispos brasileiros a sentirem a necessidade de um novo Plano de Pastoral que colocasse em prática as orientações conciliares. Por isso, em iniciativa pioneira, o episcopado brasileiro deixou o Concílio com um plano de pastoral aprovado na VII Assembleia Geral Extraordinária da CNBB em Roma, durante os últimos meses do Vaticano II. Sua vigência estava prevista para os anos de 1966 a 1970.

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Após alguns anos de caminhada, a CNBB deu passos firmes na sua organização pastoral. Com olhar voltado para a realidade latino-americana, o Papa João XXIII, poucos dias após sua eleição, em 11 de novembro de 1958, recebendo os membros do CELAM, lançou apelo em prol da renovação e planificação pastoral do continente. Entretanto, o pedido não encontrou resposta imediata.

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Durante este ano, estamos escrevendo artigos acerca do Concílio Vaticano II, em virtude da comemoração do cinquentário de sua abertura. Juntamente com jubileu de ouro da abertura do Vaticano II, celebramos este mês os 60 anos de caminhada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Por este motivo, partilhamos com o leitor alguns artigos concernentes à nossa Conferência Episcopal.

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Os leigos são citados algumas vezes também no Decreto sobre o Múnus Pastoral dos Bispos (Christus Dominus). Devem colaborar com os ministros sagrados e religiosos nas missões e regiões carente de sacerdotes (n. 6). São chamados a colaborar com a vida daIgreja e prestar auxílio, sendo ouvidos pelos órgãos de direção da Igreja (n. 10c). Deve-se fomentar o apostolado dos leigos, especialmente por meio da Ação Católica e das associações (n. 17).

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Embora no I Período Conciliar (1962) o Papa João XXIII tenha convidado o acadêmico francês Jean Guitton para acompanhar as sessões conciliares, foi no II Período (1963), com Paulo VI e algumas mudanças no regulamento, que os leigos puderam tomar parte no Concílio, por meio da figura dos “auditores” (ouvintes). Foram convidados 13 leigos e apenas homens.

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EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL CHRISTUS VIVIT
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Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate: chamado à santidade”
Exortação Apostólica “Gaudete et Exsultate: chamado à santidade” é lançada pelo papa
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