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Maria: modelo eclesial para a missão

Mensagens do Bispo

Texto de Dom Luiz Antonio Cipolini publicado no jornal diocesano "No Meio de Nós" de maio de 2019

Papa Francisco nos ensina: “A Igreja é realmente viva se é materna, missionária e se vai ao encontro do próximo” (Twitter, 21/10/2017).

Realmente, faz-se necessário relembrar, que existe um estilo mariano na atividade evangelizadora da Igreja. “Porque sempre que olhamos para Maria, voltamos a acreditar na força revolucionária da ternura e do afeto. Nela, vemos que a humildade e a ternura não são virtudes dos fracos, mas dos fortes, que não precisam maltratar os outros para se sentir importantes” (EG 288).

O Concílio Vaticano II chamou a atenção para que “todos os filhos da Igreja tenham consciência viva das suas responsabilidades para com o mundo e fomentem em si um espírito verdadeiramente católico” (AG 36).

Neste mês de maio, em que, como de costume, veneramos Maria, a mãe de Jesus, de um modo especial, descobrimos nela a dinâmica de justiça e ternura, de contemplação e de caminho para os outros, que faz dela um modelo eclesial para a missão.

Nós veneramos Maria porque ela sempre esteve unida a seu filho Jesus Cristo. Ela é testemunha do mistério da Encarnação: “Chegada a plenitude do tempo Deus enviou seu Filho, nascido de uma mulher” (Gl 4,4-6).

Ela acompanhou a vida pública de Jesus, recordemos sua presença nas bodas de Caná (Cf. Jo 2,1-12). Esteve especialmente unida a Jesus junto à sua cruz (Cf. Jo 19, 25-27).

Estes momentos mostram como Maria tem seu lugar todo especial nos desígnios de Deus e na História da Salvação. Por isso nós a veneramos e vemos nela o modelo da Igreja em missão. Das 64 paróquias de nossa Diocese, 28 trazem o título mariano; tendo Maria como padroeira de quase metade das paróquias. Entre estas paróquias, temos três santuários dedicados a Maria: Nossa Senhora da Glória, em Marília, Nossa Senhora de Lourdes, em Garça e Nossa Senhora de Fátima, em Dracena.

Tendo Maria como modelo eclesial queremos ser, cada vez mais, uma “Igreja em saída”, isto é, uma Igreja missionária. Temos necessidade de transmitir a fé às novas gerações, com novos métodos e novo ardor.

Tudo isso será possível se houver uma articulação coordenada por um Conselho Missionário Diocesano (Comidi) que se dedica a essa causa. As famílias são os locais privilegiados para a transmissão da fé, mas também devemos ser Igreja que vai em missão para novos ambientes e lugares a serem evangelizados. Coloquemos nossa Diocese e nosso Plano de Pastoral Diocesano sob a proteção de Nossa Senhora.

Que ela interceda por nossa Igreja e seja nossa inspiração a fim de que sejamos fiéis ao Evangelho. Que a nossa devoção a Maria nos ajude a sermos a Igreja de Cristo em missão no mundo.

 

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